sexta-feira, 29 de abril de 2011

“OS VERDES” QUESTIONAM GOVERNO SOBRE ETAR NO CONCELHO DE MANGUALDE

Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar “Os Verdes” remeteu hoje uma pergunta ao Governo, dirigida ao Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, no sentido de solicitar esclarecimentos sobre a ETAR da Lavandeira, no Concelho de Mangualde.
PERGUNTA:

Em deslocação à Zona Industrial da Lavandeira, concelho de Mangualde, tivemos oportunidade de contactar um conjunto de mangualdenses que nos transmitiram as suas preocupações e o desejo de verem cabalmente esclarecida a situação da “ETAR” da Lavandeira.

A “ETAR”, ao que tudo indica, foi construída, segundo um modelo de sistema lagunar, utilizado há várias décadas em outros países europeus, por ser um sistema barato de implementar, contudo pela sua falta de eficiência foi entretanto abandonado e substituído por novos sistemas tratamento de águas residuais. Para a população, que apelida esta pseudo-ETAR de fossa e/ou esgoto, a solução encontrada há vários anos pela autarquia local, não passa de um sistema ineficiente para a depuração de efluentes domésticos, colocando em risco a saúde dos cidadãos de Mangualde e prejudicando em muito a sua qualidade de vida.

As águas residuais, após passagem pela suposta ETAR, são encaminhadas para um curso de água, afluente do rio Dão, aumentando a concentração e eutrofização das águas, colocando em causa, a qualidade dos recursos hídricos, a flora e a fauna. Pelo que se pode constar, pela visualização directa, esta lagoa é permeável, colocando em causa também a contaminação dos aquíferos subterrâneos e das captações de águas envolventes, nomeadamente para actividades agrícolas.

Mesmo fora do período estival, a população, com as suas habitações a escassos metros desta fossa a céu aberto, considera intoleráveis os odores horríveis que advêm deste sistema lagunar, fomentando também uma grande concentração de insectos e pequenos roedores, nomeadamente ratos, que aumentam o risco e transmissão de doenças.

Esta acumulação de águas residuais drenadas da cidade de Mangualde, arrasta-se à vários anos, tornando-se inadmissível, tanto mais que este sistema não dá resposta ao aumento de população na cidade. As promessas de responsáveis políticos têm sido abundantes, contrastando com a continuidade desta situação insuportável.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1-     Tem o Ministério conhecimento desta situação?
2-     Em que ano foi construída a “ETAR” da Lavandeira?
3-     Para que conjunto populacional e para que quantidade de águas residuais foi projectada esta “ETAR”?4-     Qual o conjunto populacional e que quantidade de águas residuais são drenadas para esta “ETAR”?
5-     Que medidas foram tomadas para colmatar os maus cheiros e a infestação de insectos e roedores?
6-     Está previsto algum projecto de requalificação desta “ETAR”, e/ou a construção de uma nova ETAR?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
http://www.osverdes.pt/

Lisboa, 29 de Abril de 2011

Fotos da Pseudo-ETAR da Lavandeira em Mangualde



Reunião do PEV com a associação SOS PAIVA

No passado dia 21 de Abril uma delegação do colectivo regional de Viseu do PEV e a deputada Heloísa Apolónia, reuniram em Castro Daire com a SOS Paiva – Associação de Defesa do Vale do Paiva. Este encontro serviu para conhecer o trabalho do SOS Paiva e debater os problemas ambientais no vale do Paiva, onde a questão das descargas poluentes que ameaçam o “rio mais limpo da Europa” mereceu destaque, nomeadamente as ETAR’s (Estação de Tratamento de Águas Residuais) de Castro Daire e de Vila Nova de Paiva.

Os elementos do SOS Paiva também transmitiram ao PEV a sua discordância com a aposta crescente nos investimentos turísticos e a construção de infra-estruturas, nas margens do Paiva, (nomeadamente os projectos em curso em Vila Nova de Paiva, Castro Daire e Arouca) que além de contribuírem para a artificialização de um rio cuja beleza reside precisamente no seu aspecto natural, acabarão por se tornar inúteis se o rio continuar poluído e as suas águas impróprias para banhos.


Reunião do PEV com a SOS Paiva


quarta-feira, 27 de abril de 2011

NO DIA EM QUE SE ASSINALAM 25 ANOS DO ACIDENTE NUCLEAR EM TCHERNOBIL, “OS VERDES” REITERAM: NUCLEAR? NÃO, OBRIGADO!


No dia em que se assinalam 25 anos sobre o acidente nuclear em Tchernobil, na Ucrânia, o Partido Ecologista “Os Verdes” reitera veementemente o seu “NÃO” ao nuclear.

Depois do recente acidente nuclear ocorrido no Japão, que já atingiu o mesmo grau de gravidade que o de Tchernobil, “Os Verdes” afirmam que, afinal, “o impossível acontece” e consideram que este é um bom momento para repensar o encerramento das centrais nucleares espalhadas pelo mundo e, concretamente, aquelas que se situam junto à fronteira com Portugal, nomeadamente a central de Almaraz.

“Os Verdes” relembram que qualquer acidente que venha a acontecer em Almaraz terá, necessariamente, gravosas implicações no nosso país, não só pelo facto do arrefecimento desta central ser feito com as águas do Tejo, como também por esta se localizar a escassos 100Km da nossa fronteira. Basta verificar o que está a acontecer neste momento no Japão, onde o perímetro de segurança em torno da central de Fucoxima tem vindo continuamente a alargar, para compreender que a radioactividade não conhece fronteiras e alastra de forma imprevisível.

“Os Verdes” consideram ainda que estes acidentes e as suas gravíssimas consequências para as populações e para o ambiente, consequências que perdurarão por milhares de anos e afectarão várias gerações, nos obrigam a reflectir e a apostar em modelos de desenvolvimento que sejam sustentados na eficiência e poupança energética e em energias renováveis não poluentes.

Nesta triste e dramática efeméride, “Os Verdes” não podem deixar de relembrar que os riscos do nuclear não decorrem só dos possíveis acidentes e fugas radioactivas relacionadas com a falta de segurança nas centrais nucleares ou decorrentes de riscos naturais, mas também e ainda dos resíduos produzidos e para os quais a única solução encontrada é o armazenamento, e ainda do transporte internacional de matérias radioactivas entre países.

“Os Verdes” recordam as várias iniciativas e protestos que promoveram contra o transporte de plutónio enriquecido, por barco, das centrais nucleares francesas e inglesas para o Japão e que passavam perto da nossa Zona Económica Exclusiva, constituindo uma ameaça aos nossos recursos marinhos e à costa portuguesa.

Por outro lado, o secretismo que envolve os interesses ligados à indústria nuclear, e que tem levado à omissão e deturpação de informação, tem sido, também ele, um dos factores de risco e de agravamento dos acidentes nucleares e uma ameaça à segurança global.

O Partido Ecologista “Os Verdes”

Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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Lisboa, 26 de Abril de 2011

 

BALANÇO DA ACTIVIDADE PARLAMENTAR DE “OS VERDES” E APRESENTAÇÃO DE CANDIDATOS PELO CÍRCULO ELEITORAL DE VISEU

 1.   BALANÇO GERAL

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” foi, no decurso desta legislatura, um grupo profundamente atento às realidades concretas do país, saindo constantemente das paredes da Assembleia da República, de modo a contactar os problemas reais dos portugueses e a levá-los, assim, de forma conhecedora ao Parlamento, denunciando situações, alertando para as consequências de diversas políticas, exigindo soluções e respostas por parte das entidades responsáveis e apresentando, também, propostas para a resolução de problemas e para a promoção da qualidade de vida.

O PEV entende que, no final da legislatura, é tempo de esclarecer as populações sobre o que foi feito na Assembleia da República, de modo a que, detentores desse conhecimento, os eleitores possam fazer opções conscientes no próximo dia 5 de Junho.

A verdade é que o que está em causa no próximo dia 5 de Junho é a escolha entre ficar tudo na mesma e pior, com mais recessão e desemprego, ou uma opção por um novo rumo, um caminho alternativo que erga o país do estado lastimável em que foi colocado e promova o nosso crescimento e o nosso desenvolvimento.

Assim, importa referir que, ao contrário do que os maiores responsáveis por esta situação (PS e PSD) dirão exaustivamente durante a campanha eleitoral (porque lhes convém convencerem os eleitores que os males que aprovaram para o país são inevitáveis e não opções tomadas), houve alternativas apresentadas na AR e o PEV contribuiu para essas propostas alternativas: PRODUZIR foi a palavra chave que elegemos para gerarmos riqueza, para nos tornarmos menos dependentes do exterior, e para ganharmos capacidade de pagamento ao exterior, por via da dinamização da nossa economia. Para isso é determinante que as pessoas ganhem poder de compra e é fundamental investimento público, o que necessariamente nos deve levar a equacionar e renegociar valores de défice. Esta é a solução que o PEV propõe para Portugal com reflexos de curto, médio e longo prazo.

Das 51 iniciativas legislativas (Projectos de lei – PJL - e projectos de resolução - PJR) que apresentámos, o PEV conseguiu ver aprovadas 11, das quais realçamos o quadro legislativo, finalmente existente no país, para identificação e remoção de amianto em edifícios públicos, em benefício da saúde pública das populações, lei adveniente de uma proposta do PEV.

Das diversas iniciativas legislativas apresentadas pelo PEV, destacam-se também o PJL que definia regras para a instalação de linhas de muito alta tensão, e um conjunto de alterações a instrumentos ambientais que importa credibilizar no pais: como o PJL que alterava a lei de bases do ambiente, o PJL que alterava o regime de avaliação de impacto ambiental e o PJL que revogava o regime dos PIN e PIN+.


De destacar ainda o PJL apresentado pelos Verdes que estabelecia uma quota obrigatória para as grandes superfícies comerciais terem a produtos portugueses, dinamizando assim a produção local e regional e permitindo as consumidores o direito de opção em relação a produtos portugueses. Mas a selvagem lei do mercado falou mais alto para a maioria da AR, que chumbou esta proposta.

O mesmo aconteceu com o PJL que proibia as instituições bancárias de cobrar despesas de manutenção de contas, que prejudicam os que têm contas bancárias mais reduzidas e que são obrigados a tê-las para receberem o seu salário ou pensão. Mas infelizmente os interesses do sistema financeiro falou mais alto para a direita.

Foram muitas outras as matérias tocadas pela intervenção parlamentar dos Verdes. Estamos de bem com a nossa consciência pelo trabalho desenvolvido e pela seriedade e coerência que emprestámos a toda a nossa intervenção. É esse o trabalho que nos propomos continuar a realizar.

2. BALANÇO RELATIVO AO DISTRITO DE VISEU

Nos últimos anos, o PEV tem vindo a consolidar o seu colectivo regional de Viseu. Esta consolidação resultou numa maior intervenção do PEV no distrito de Viseu, que foi de encontro ao nosso programa político, apresentado nas eleições legislativas de 2009. Ao contrário do PS, PSD e CDS-PP, no nosso trabalho existe coerência entre o que propomos e o que realizamos.

Ao longo da XI Legislatura denunciámos, perguntámos, propusemos e intervimos activamente, com e para as pessoas, na defesa da qualidade da água, bem essencial à vida, no direito à mobilidade e transportes públicos, no acesso à saúde, na defesa dos serviços públicos, entre outros, dos quais destacamos:

Defesa da Qualidade da água:
- Perguntamos e denunciamos ao governo sobre as descargas directas de efluentes sem qualquer tratamento para o Rio Vouga; sobre irregularidades na construção de uma ETAR em Castro Daire;
- Propusemos projectos para a despoluição dos rios Zela e Alfusqueiro;
- Propusemos a reabilitação e activação da ETAR de Castro Daire e Mangualde.

Mobilidade e Transportes
- Propusemos a construção do troço ferroviário para a ligação da cidade de Viseu à linha ferroviária da Beira Alta;
- Opusemo-nos à aplicação de portagens nas SCUT’s, por não existir alternativas rodoviárias e em transporte público, nomeadamente ferroviário;
- Questionamos todos os ministérios sobre o acesso a edifícios públicos por parte de pessoas com mobilidade reduzida.

Saúde
- Propusemos o início das obras necessárias à redução dos níveis de radão nos edifícios e habitações situados na zona mineira da Urgeiriça.
- Perguntamos ao Ministério da Saúde sobre a monitorização da saúde dos ex-trabalhadores da ENU
-Questionamos o Governo sobre o Centro de Saúde de Tondela

Não podemos deixar de referir e de informar a população do distrito de Viseu que todas as nossas propostas, anteriormente enumeradas, não foram aprovadas, com os votos contra do PS e abstenção do PSD e CDS, curiosamente os únicos partidos que elegerem deputados por Viseu, os partidos do FMI, os partidos da “falsa” Ajuda Externa.

Na próxima legislatura, pretendemos e necessitamos dar continuidade ao trabalho desenvolvido. É imprescindível ter uma voz verde, ter uma voz da CDU, por Viseu, na Assembleia da República, para influenciar políticas justas no país e na região.

3. OS CANDIDATOS DO PEV, NAS LISTAS DA CDU, PELO CÍRCULO ELEITORAL DE VISEU

O PEV concorre às eleições legislativas de 5 de Junho no quadro da CDU. E tempos difíceis, onde as convergências são desejáveis e promotoras de uma acção mais forte e eficaz de benefício para o país, o PEV realça a convergência de esquerda da CDU e empenhar-se-á no seu reforço, para permitir também o reforço da sua acção e das suas propostas.

Candidatos do PEV nas listas da CDU, pelo Círculo Eleitoral de Viseu

1º Candidato do PEV
Isabel Pires Souto – 41 anos, Professora, Presidente da Associação de Pais da Escola Secundária de Castro Daire, residente em Castro Daire

2º Candidato do PEV
Miguel Martins – 31 anos, Geógrafo, Membro do Conselho Nacional do PEV, residente em Oliveira de Frades

“OS VERDES” EM VISEU ABORDAM PROBLEMAS DA REGIÃO, FAZEM BALANÇO PARLAMENTAR E APRESENTAM CANDIDATOS

Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”, composta pela Deputada Heloísa Apolónia e pelo dirigente nacional do PEV, Miguel Martins (do colectivo regional de Viseu), desloca-se amanhã e depois (dias 20 e 21 de Abril) ao Distrito de Viseu, para a promoção de um conjunto contactos, com vista a debater alguns problemas da região (de acordo com programa abaixo).

“Os Verdes” realizarão ainda uma conferência de imprensa no dia 21 de Abril, onde farão o balanço do trabalho parlamentar de “Os Verdes” para o Distrito de Viseu e também a apresentação dos candidatos do PEV, nas listas da CDU (pelo círculo eleitoral de Viseu) às próximas eleições legislativas. Esta conferência de imprensa terá lugar no café/esplanada Jardim (Rossio, em frente à Câmara Municipal de Viseu), pelas 10.00h de quinta-feira.

PROGRAMA
20 de Abril, quarta-feira

14.30h – Reunião com a ASSOL (Associação de Solidariedade Social de Lafões), em Oliveira de Frades. Declarações à comunicação social às 15.45h, em São Pedro do Sul, junto ao Tribunal.

16.45h – Visita à ETAR de Mangualde (fossas a céu aberto da Lavandeira). Declarações à comunicação social às 17.30h no local.        

21 de Abril, quinta-feira

10.00h – Conferência de imprensa para apresentação do trabalho parlamentar do PEV e dos candidatos de “Os Verdes” nas listas da CDU – Café Esplanada Jardim (Rossio, em frente à Câmara Municipal de Viseu)

11.30h - Reunião com a associação SOS Paiva (Associação para a Defesa do Rio Paiva, em Castro Daire). Declarações à imprensa às 12.45h em Castro Daire, no jardim central, em frente aos Bombeiros Voluntários.  

sexta-feira, 15 de abril de 2011



APRESENTAÇÃO DA LISTA DA CDU PELO DISTRITO DE CASTELO BRANCO

A CDU vai realizar uma Sessão Pública de apresentação da lista às Eleições Legislativas2011, pelo distrito de Castelo Branco, a realizar no dia 16 de Abril, às 16h.30m., na Escola Secundária Quinta das Palmeiras. Para além do Candidato de “Os Verdes” na Lista da CDU, estarão presentes dirigentes nacionais do PEV.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

COMUNICADO DE “OS VERDES” SOBRE SEMANA FLORESTAL DE LAFÕES

O Colectivo Regional de Viseu do Partido Ecologista “Os Verdes” saúda a cooperação dos municípios de Oliveira de Frades, Vouzela e São Pedro do Sul, para a realização da Semana Florestal de Lafões, que decorre de 19 a 23 de Março.

Contudo, o PEV considera que esta iniciativa não poderá apenas reduzir-se a acções pontuais de charme e deverá antes representar uma colaboração para uma verdadeira política florestal, económica e ambiental, nos três concelhos.

“Os Verdes” não deixam de se lamentar pelo facto de esta iniciativa ser parca em determinadas actividades, nomeadamente se considerarmos que se comemora hoje o Dia Mundial da Água. Não existe qualquer referência a este tema, nem qualquer actividade relacionada com a água para este dia.

Para “Os Verdes”, é impossível dissociar a floresta da água, sendo as árvores fundamentais para reter a água no subsolo, contribuindo também para minimizar e atenuar os efeitos erosivos que conduzem à desertificação do solo.

O PEV lamenta ainda que, no Ano Internacional das Florestas, as actividades desenvolvidas por estes municípios não sensibilizem nem informem os cidadãos face ao aumento da área de eucalipto, nomeadamente no concelho de Oliveira de Frades.  Temos que considerar que, para além da existência de uma já vasta área de eucalipto, espécie de crescimento rápido, corremos o risco de nos depararmos com pressões para novas plantações na envolvente da barragem de Ribeiradio, em paralelo com o que aconteceu na barragem da Aguieira, no concelho de Mortágua.

O PEV considera que, para além destas medidas pontuais, é necessária uma colaboração conjunta no planeamento dos recursos hídricos, nomeadamente à escala da bacia hidrográfica, sendo que este planeamento não poderá ocorrer em função dos limites administrativos, tal como acontece com o Ordenamento Florestal, uma vez que as ZIF’s - Zonas de Intervenção Florestal - são definidas por meras afinidades políticas e administrativas, e não baseadas em critérios biofísicos.

“Os Verdes” consideram ainda que é necessária uma cooperação conjunta entre os três municípios para exigir do governo a recuperação das áreas ardidas, com espécies autóctones (carvalho, castanheiro, cerejeira brava, etc), em detrimento de espécies de crescimento rápido, sendo para tal necessário proceder  ao levantamento cadastral do espaço rural.

 22 de Março de 2011